Por Josessandro Andrade || Artista da Palavra
Quem chega a Arcoverde na última quinta-feira do mês, se deixar o passo guiar pelo som de uma sanfona que chora e ri ao mesmo tempo, finda por desembocar no portal de um reino rústico. Ali, na Budega da Poesia, o tempo não corre; ele se ajoelha. É a Noite do Candeeiro, um desses fenômenos que provam que o Sertão do Moxotó-Ipanema não é apenas terra de sede, mas um vale fértil onde a alma do povo transborda em rima.



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