Por Josessandro Andrade || Artista da Palavra
Por décadas, as divisões de mapas e as burocracias estaduais tentaram fatiar o sertão pernambucano em gavetas administrativas. Ora somos "Moxotó", ora somos "Ipanema", ora somos "Itaparica". No entanto, para quem pisa o chão de Arcoverde, Buíque ou Sertânia, as fronteiras dos rios nunca foram muros, mas sim pontes. A recente nomenclatura oficial de "Sertão do Moxotó Ipanema" não é apenas um capricho de gestão; é o reconhecimento tardio de uma identidade que pulsa há milênios.

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